quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Melissa e John - Um dia



(...)

Peter o baterista, Brandon o baixista, Bert o tecladista, Aron e Julian os guitarristas e  John o vocalista sorriam como crianças bobas e eu acompanhava cada sorriso tentando gravar na minha memória fotográfica aquele momento, pois quando estaríamos sorrindo feito bobos como estávamos naquele momento.

– Mel, pode deixar que eu faço o garotos limparem a bagunça, você já fez tudo vai descansar um pouco. - disse Brandon

Com isso ele arrastou todos os meninos para cozinha, porém Bert e John ficaram ali na mesa, Bert recolhendo os últimos pratos, e John me encarrando com um sorriso safado.

Não queria pensar, mas não conseguia era mais forte e muito mais intenso que pensava. Aquela boca, aqueles lábios e meu deus quando ele passava a língua por eles ahhhh aquilo me deixava em êxtase, era como dar doce depois de meses para uma pessoa que não podia esperar pela doce de açúcar. 

– John você também, nem pense que vai fugir da limpeza - gritou Brandon.

Com isso fiquei sozinha na pequena varanda, com os pensamentos lá longe, tentando conciliar eles mas não conseguindo já que aquela boca não saia da minha cabeça. 
Sacudi minha cabeça para tentar colocar os pensamentos no lugar e parar de ter aqueles tipos de pensamento, John era mais novo e esse já era um empecilho já que nossas famílias são tão tradicionais a ponto de não aceitar uma mulher ou homem mais velho nem novo demais, no meu caso falariam que tinha sequestrado ele do berçário enquanto ele teria me tirado asilo. Ah você deve estar pensando que é exagero meu já que são apenas dez anos de diferença, contudo nossas famílias nos enxergam assim, e só isso já é um fator para não deixar me tentar, o outro é ele ser famoso. Tudo bem eu tenho minha pequena parcela de fama, já que sou escritora, mas é diferente no meu caso eu não sou perseguida por fãns, posso caminhar tranquila pelos lugares, minha casa não é invadia e não sou obrigada na maioria do tempo a ser perseguida por câmeras e fãs enlouquecidas, com é tudo isso e mais, e por último a empresa da qual a sua banda trabalha exige que eles não tenham namorada antes de aderir determinado comportamento, maioridade.

– Em que esta pensando?
– Que susto você me deu John. Não chega tão sorrateiro, faz um escandalosinho antes de chegar, caso contrario eu infartarei.
– Como eu adoro essas respostas. - ele enterra seus olhos nos meus, me sorri e me da uma piscadela que me derrete por dentro. Como pode um menino mexer tanto comigo, é culpa dos hormônios, vou culpa-lo e ponto.
– Você só pode estar tirando com minha cara, não é garotinho.
– Um dia vou fazer você se arrepender de me chamar de garotinho, senhorita Melissa.

Nesse momento Juli, apareceu com um jogo de baralhos na mãos, ficamos jogando por um bom tempo esquecendo da hora. Estiquei os braços, e alonguei as pernas, olhei a hora e vi que já era tarde, fui para cozinha preparei um lanche leve e logo depois que todos haviam comido, deixei a louça para os meninos, e fui para o trailer, queria tomar uma chuveirada antes de dormir. Fechei a porta do trailer e assim que me virei para subir as escadas que levavam ao banheiro e quarto, John estava ali parado, não tive tempo para pensar ele se aproximou me deixando com as costas coladas na parede, então pegou meu queijo acariciando de leve inclinou até que eles ficassem próximos dos seus lábios. Fiquei perdida naqueles olhos negros, não pensei em nada a não ser naquele mar negro, naquela respiração e naqueles lábios que esperavam meu sim. Puxei na direção na minha boca e o beijei com uma fome, com um desejo que não acreditei existir até que seus lábios tocaram os meus.
No começo no beijo John, foi lento senti que ele havia se surpreendido com a minha iniciativa de seguir, já que sempre que ele se aproxima eu fugia, nunca deixava aquela cena seguir em frente parava ela e não dava rumo, porém desta vez eu não fugi fiquei ali para conhecer como seria o final dela. Depois de perceber que não fugiria, que ficaria ali, que desejava continuar aquele beijo, John intensificou o beijo e eu o dei abertura para continuar,  então ele percorreu meu corpo com suas mãos, eu fiz o mesmo, acariciei seu corpo deixando que minhas mãos deslizassem até o cós da suas calças, no momento em que minha mãos avançaram para sua excitação, John intensificou o beijo me dando mordidinhas e passando para o pescoço, suas mãos avançaram para meus seios, enquanto eu abria seu zíper e liberava seu membro volumoso, nesse momento fui surpreendida pelo um urro, então fui pega pela cintura e arrastada até o balcão da cozinha. Então ele puxou meu vestido para cima desceu minha calcinha e me tocou primeiro com um dedo depois com dois, enquanto ele me tocava eu fazia o mesmo, mas eu queria mais, então deixei sua excitação para puxar seu lábios de encontro aos meus, ele ainda me tocava quando entrelacei minhas pernas na sua cintura e puxei-o na minha direção queria sentir aquela excitação.  Ele então tirou sua mão de  dentro das minhas pernas e quando sue membro encostou no meu ele apoiou suas mãos no balcão recuperando o equilíbrio, loga não via mais nada apenas sentia sua respiração entrecortada no meu pescoço enquanto nos esfregávamos um no outro, foi então que senti um puxão de cabelo e logo minha boca foi inundada pela sua língua, quando nosso lábios se separaram para tomar folego John me encara como um predador.

– Melsinha se você não quer continuar, é melhor parar caso contrário vou te foder aqui em cima do balcão - soltei um gemino.
– O que esta esperando para estar dentro de mim?

Mal terminei de falar, e John me carregava para quarto, quando estávamos subindo as escadas, houve uma batida forte na porta seguida de outras mais e a voz de Juli, desesperada pedindo que abríssemos logo a porta. Então corri para cozinha peguei minha calcinha vesti ela, arrumei o vestido e meus cabelos,assim que entrava na sala pequena do trailer, John já estava abrindo a porta.

– O que aconteceu? - John perguntou a Juli
Juli olhou de mim para John, passou a mão no cabelo e então disse.
– Desculpa eu sei que atrapalhei o que vocês estavam fazendo ai, ele apontava para a cozinha com a cabeça.
– Nós não estávamos fazendo nada - eu disse corando.
– Sei sei, mas isso não é importante no momento, agora vocês precisam me ajudar o Peter saiu com o  Bert para caminhar e até agora não voltaram, eles não atendem o telefone, os meninos vão procurar comigo e quanto mais gente melhor.
Assim que terminou de falar, Juli virou as costas e nos deixou ali sozinhos com caras que misturavam medo e raiva. John então colocou suas botas e me alcançou meus tênis.

– Bom vamos encontrar esses dois logo.
– Você acha que eles estão nem né?  - perguntei preocupada.
– Estão sim, logo vamos encontra-los e podemos continuar o que estávamos fazendo ali. - John disse apontando com a cabeça para cozinha.

Eu corei assim que lembrei das suas mãos em mim, e então pedi que ele esperasse um pouco, fui no quarto peguei minha mochila e coloquei ali tudo o que tinha de primeiros socorros, pois nunca se sabe o que pode acontecer, como diz minha mãe 'melhor prevenir do que remediar'. Desci as escadas, calcei meus sapados.

– Então vamos. - disse

Antes de abrir a porta e sairmos para floresta, John me puxou para um beijo cheio de desejos e promessas do que estaria por vir.



CONTINUA na terceira parte (...)


P.S: Essa Fanfic conto, crônica ou qualquer nome que você queira dar, ou eu chama-la é criação minha. Por favor respeite os direitos autorais dela.

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