sábado, 28 de novembro de 2015

Poema: Folhas em Branco


Folhas em Branco


Folhas em branco,
Nada vejo a não ser pequenos rabiscos,
Rabiscos de um passado que agora não passa de nada,
Um nada Torturante, esmagador.


Folhas Vazias,
Espalhadas na minha frente, como folhas de outono,


Rezo pelo dia que olhar novamente,
Ali ajam, não pequenos rabiscos,

Mas o começo de um história feliz.

P.S: Essa Fanfic conto, crônica ou qualquer nome que você queira dar, ou eu chama-la é criação minha. Por favor respeite os direitos autorais dela.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Conto: Por mais um beijo



No passado ...

Meus pais, sempre me ensinaram a respeitar não só a pessoa que você ama, mas a todos que cruzarem seu caminho. E em relação amor, eles sempre frisaram a importância do cuidado que devemos ter, por nós e por nosso amante, foi o que eu fiz durante meus três anos de namoro, eu o respeitei cuidei e protegi, contudo não soube proteger direito a mim, não me inclui na barreira e então eu cai, me machuquei, e agora carrego feridas que ainda não cicatrizaram.

Com o coração partido depois de meses, resolvi dar novos rumos a minha vida. Estava ainda deitada, nos fones  Tangled Up In You da banda Staind deixava minha manhã mais bela. Você pode pensar que a música é triste, pela melodia, mas não ela é linda a letra fala pelo meu eu, por um eu que nunca deixou de acreditar que um dia poderá ter ao lado alguém que vai me amar pelo que sou, alguém que ficara velhinho ao meu lado.

Um ano depois...

Aquele coração partido e aquela garota frágil já não existem mais, ela ficou no passado apenas retomo a ela quando quero me lembrar de que nem todos são como eu penso, como a minha cabeça sonhadora desejaria que fosse.

Amores ...

Sentada na janela do meu quarto vento os carros passar, vendo o tempo passar, fiquei a pensar em Ethan, como sentia falta da sua companhia do seu sorriso. Ele tinha o poder de me tirar dos dias nublados e me trazer de volta aos dias ensolarados. Olhar aquele sol, sentir a brisa do vento no meu rosto me fazia um bem, me trazia dias bons de um passado que não volta.

Voltei os olhos para o livro, peguei meu café tomei um gole, arrumei meus papeis, e voltei a fazer minhas anotações, porque física tinha que ser tão difícil, e porque diabos eu tinha que aprender aquilo, para que isso me serviria? No que eu usaria na minha vida. Aff!! pelo menos a física me distraia de pensar na mensagem que meu primo deixou.

– E ai priminha, lembra do nosso primeiro beijo? Quando que vou poder ter um bis, só que com um plus a mais.– Nós não terremos um segundo beijo priminho.
– Ah, teremos terceiros, quartos ... infinitos beijos ainda.– Sonhar é bom e não custa nada.
– Ah, mas não é sonho você vai vir a mim, e vai pedir se não pedir quer apostar quanto que não vai resistir quando eu chegar mais perto de você.


Não voltei a responder, porém não consegui pensar em outra coisa a não ser nos lábios carnudos e convidativos de Ethan.

Pensamentos ...

Estou prestes a terminar o ensino médio, e logo vou poder iniciar meus novos estudos. Não vejo a hora de sair da casa dos meus pais, ter o meu canto, me especializar algo, começar a ter uma vida mais independente. Porém ainda sou aquela garota esquecida, desajeitada e que não encontra um lugar para se encaixar. 

E foi num dia desses de esquecimento que minha vida deu o primeiro passo para liberdade, para felicidade que nunca pensei que encontraria.

Um dia qualquer...

Como eu consigo ser sempre tão esquecida, em outras palavras 'tapada mesmo'. Imaginem uma pessoa perdida, que mesmo tomando cuidado peguei a toalha, me sequei, enrolei ela no meu corpo e sai do banho, fui para o quarto peguei meu creme e apliquei no meu cabelo, porém quando estava fazendo a aplicação minha toalha caiu, e quando fui pega-la avistei um garoto dentro de um carro me observando, saltei para o chão e me escondi no chão puxei a toalha com o pé e peguei, me enrolei novamente, mas para minha surpresa o garoto que estava a me espiar na janela entra no meu quarto.

– Uau priminha, você cresceu heim...

Fiquei ali boquiaberta não havia reconhecido o garoto, não lembrava de Ethan, quando foi que ele ficou tão grande, e aqueles músculos, se ele pensava que eu havia crescido o que poderia dizer dele.

– Ethan, saia do meu quarto agora.

Ele se aproxima, se agacha pega meu queixo e lentamente vai se aproximando do meu rosto, passa o dedos sob meus lábios, o que me causa um arrepio, daqueles que vão do dedinho do pé ao último fio de cabelo. Sem querer fecho meus olhos, aquele pequeno toque me envolveu como veludo, imagine como seria tocar nos lábios dele. Ei garota tire esse pensamento da sua cabeça ele é o Ethan, o Ethan ... Abri meus olhos e encontrei os dele, aquele azul como o céu me encheu a alma, suspirei e tentei afasta-lo, ele então se afastou alguns centímetros para que pudesse enxergar aquele sorriso lindo que sempre esteve em meus sonhos. Novamente dei um tapa na minha consciência, para que ela se aquietasse, mas não era só ela que criava desejos a respeito de Ethan, meu corpo pedia o dele, como se Ethan fosse a água e eu o rio que secou. Empurrei-o novamente,

– Sai Ethan, você esta me sufocando e eu preciso me mudar.
– Porque  penso que sua boca diz uma coisa e seu corpo diz outra Melody.

Ouvir meu nome saindo da sua boca, me deixou ofegante, não pensei nas minhas roupas, não pensei em meus pais, não pensei em nada. Em vez de empurrar ele do me caminho, puxei-o com força, colei meu corpo no seu, e então o beijei. Ethan de início tomou um susto ele, não esperava minha reação, não pensava que tomaria aquela atitude, porém ele havia mexido nas brasas e as transformado em uma fogueira, agora ele teria que lidar com ela.

– Você não imagina o tempo que esperei para te-la nos meus braços Melody.
– E agora que têm, o que você vai fazer comigo Ethan?


P.S: Essa Fanfic conto, crônica ou qualquer nome que você queira dar, ou eu chama-la é criação minha. Por favor respeite os direitos autorais dela.

domingo, 8 de novembro de 2015

Conto: Desejos Contidos


Elly recebe uma ligação, é Gael seu melhor amigo. Ela atende, pega sua mochila de primeiros socorros, e saiu correndo desesperada rumo a montanha.

Onde você está, faz um sinal, de um grito, mas faça algo. Essa situação já esta me deixando apavorada. Você esta bem, me diga que esta bem.

-Elly, respira fundo.
_ Que respira fundo, você sabe o quando eu tenho medo de escuro. Gael o que foi isso, foi o que eu escutei bem, você esta rindo da minha cara é.
_Você é muito fofa sabia.
_Como você pode pensar nisso nessa situação. Ah eu quero bater em você.

Meus olhos estavam procurando por todos os cantos, procurando pela escadaria, porém não enxergava nada, o que estava me deixando mais assustada do que já estava. Continuei subindo, subindo a cada novo passo minha respiração ficava mais pesada, não escutava mais nada a não ser a voz de Gael pelo telefone.

Olhei para direita e nada, na esquerda também não havia nada, então der repente mais a frente na minha diagonal, uma luz fraca iluminava a escuridão dentro da floresta.

_Gael,porque você se enfiou na floresta. Ilumine a sua frente para que eu possa te encontrar.
_Ok.

Caminhei por mais um tempo e encontrei Gael caído no chão, com um sorriso no rosto. Nesse momento eu sentei uns bons tapas nele.

-Como você pode fazer isso me deixar nessa preocupação, estar rindo. Quero muito deixar você ai.
-Elly desculpa, eu encontrei algo que queria te dar, por isso entrei na floresta, mas acabei me afobando e torci o pé.

Agachei, coloquei minha mochila no chão, peguei sua perna machucada, conferi os arranhões tirei seu tênis o que causou um palavrão abafado, limpei os arranhões com água oxigenada, coloquei alguns emplasto no seu tornozelo então enfaixei seu pé. Acabado, sentei no chão coloquei a cabeça as pernas e suspirei alto, reclamando da aventura de Gael.

_Você esta com muita raiva de mim. Elly ...

Levantei minha cabeça e o encarei, havia pequenas arranhões no seu rosto. Minha raiva era por ele ter se arriscado para me agradar, estava me sentindo a culpa dos seus machucados, como se estivesse com as mãos atadas e não podia fazer nada, a não ser ficar observando ele se machucar cada vez mais por minha culpa.
_Vamos Gael, precisamos ir checar esse tornozelo, ele está muito inchado, você provavelmente tirou ele do lugar. Vamos antes que escureça mais ainda.

Nesse momento, Gael se aproximou pegou meu braço e me puxou na sua direção deixando-nos com os rostos colados. Me assustei e me afastei, porém ele voltou a me puxar para perto, fiquei com a respiração presa, não conseguia respirar, estávamos próximos demais, e aqueles olhos escuros, estavam acelerando meu coração e me fazendo suar. Ele foi se aproximando mais, porém fui mais rápido levantei num pulo bati as mãos nas calças, estendi minha mão na sua direção e o convidei para voltarmos para casa.
Com um pouco de esforço consegui ajudar Gael se levantar, mas não espera que ele seria mais rápido que eu. Assim que ele ficou de pé, me empurra colando minhas costas num pinheiro, ele apoio a perna machucada e com a outra ele me pressionou, com sua boca na minha orelha, ele sussurrou.

_Até quando você vai resistir.

Não disse nada, fiquei calada, olhando para baixo, esperando que ele dissentisse, porém ele pegou meu queixo e levantou lentamente, deixando meu lábios na altura dos seus. com o coração acelerado, não consegui pensar em mais a não naqueles lábios que pediam para ser beijados, então eu os beijei. Beijei com uma fome, da qual eu não pensei que havia em mim, beijei com uma ânsia, com saudade, com desespero. O Beijo só acabou quando ambos, precisaram retomar o folego que foi consumido por aquele beijo.
Ficamos ali nos olhando por algum tempo, nossa respiração era mais alta que os sons da floresta, que foi interrompida por Gael.

_Eu não sabia que você guardava tanto desejo assim por mim. Quer saber Elly, eu torceria meu pé inúmeras vezes, se você prometer que de recompensa eu ganharia mais desses beijos.
Para de falar besteira, você não precisa torcer o pé pra isso.
_ Ah, não preciso, é só querer beija-la que conseguirei. Se soubesse que fosse tão fácil assim, tinha feito antes.
_Também não é isso.

Gael, não deixou com que terminasse de falar, puxou-me para mais perto, e beijou-me novamente, seus lábios tinham a mesma fome que a minha, sua respiração acompanhava a minha. Seus lábios desceram pelo canto da minha boca, trançando beijos pela minha mandíbula, descendo pelo meu pescoço, enquanto suas mãos subiam pela minha coluna lentamente deixando me louca. Não pensei, não queria saber de nada, de certo de errado, só queria continuar aquele beijo, só queria que aquelas mãos tocassem todo meu corpo. Desci minhas mãos pelo seu peito, tracei linhas nas suas costas, e lentamente desci a mão para o cós da sua calça, porém Gael segurou minha mão e não deixou avançar. Ele pegou minha mão colocou em seu peito, beijou meu pescoço avançando lentamente até meus lábios, parou seus beijos e me encarou.

_ Aqui não é lugar pra isso Elly, vamos, você merece uma cama macia cheia de petá-las de rosas e não encostada nesse tronco áspero.,



P.S: Essa Fanfic conto, crônica ou qualquer nome que você queira dar, ou eu chama-la é criação minha. Por favor respeite os direitos autorais dela.